Thursday, March 30, 2006
Wednesday, March 29, 2006
Post vago.
O dia florece, as manhãs são alviverdes, e tudo continua. Caminha, prossegue.
Por que haveria de ser diferente comigo? Ser tão inóspito e conspurco, que trabalha como um escravo sonhando com um futuro muito melhor.
Os caminhos se abrem, e o leque de possibilidades se abrange.
Como deve estar minha ex namorada a um hora dessas? Dormindo, talvez. Continuando o caminho da sua vida, que também não pode parar. Resta-me questionar, e o futuro? Tão insólito futuro. Sentimentos podem ser eternos quando reciprocos, ou então, que Vinicius esteja certo : Que seja eterno enquanto dure.
Uma coisa é certa, sentimentos são flexiveis, e moldam-se perfeitamente a situação atual ao qual convivemos.
Resta saber onde a razão congrue com a emoção. A uma hora dessas até eu mesmo me perdi.
Como diz meu amigo Playback: Você vive de passado e futuro, viva de presente. Sem presente, realmente não há futuro, mas e por isso, então deixaremos de fazer planos á médio, longo e curto prazo?
"Como uma filosofia do tempo, o existencialismo exorta o homem a existir inteiramente "aqui" e "agora", para aceitar sua intensa "realidade humana" do momento presente. O passado representa arquivos de experiências a serem usadas no serviço do presente, e o futuro não é outra coisa que visões e ilusões para dar ao nosso presente direção e propósito.."
Platão
ALEGORIA DAS CAVERNAS
Imagine um grupo de pessoas que habitam o interior de uma caverna subterrânea. Elas estão de costas para a entrada da caverna e acorrentadas no pescoço e nos pés, de sorte que tudo o que vêem é a parede da caverna. Atrás delas ergue-se um muro alto e por trás desse muro passam figuras de formas humanas sustentando outras figuras que se elevam para além da borda do muro. Como há uma fogueira queimando atrás dessas figuras, elas projetam sombras bruxuleantes na parede da caverna. Assim, a única coisa que as pessoas da caverna podem ver é este "teatro de sombras". E como essas pessoas estão ali desde que nasceram, elas acham que as sombras que vêem são a única coisa que existe. Imagine agora que um desses habitantes da caverna consiga se libertar daquela prisão. Primeiramente ele se pergunta de onde vêm aquelas sombras projetadas na parede da caverna. Depois consegue se libertar dos grilhões que o prendem. O que você acha que acontece quando ele se vira para as figuras que se elevam para além da borda do muro? Primeiro, a luz é tão intensa que ele não consegue enxergar nada. Depois, a precisão dos contornos das figuras, de que ele até então só vira as sombras, ofusca a sua visão. Se ele conseguir escalar o muro e passar pelo fogo para poder sair da caverna, terá mais dificuldade ainda para enxergar devido à abundância de luz. Mas depois de esfregar os olhos, ele verá como tudo é bonito. Pela primeira vez verá cores e contornos precisos; verá animais e flores de verdade, de que as figuras na parede da caverna não passavam de imitações baratas. Suponhamos, então, que ele comece a se perguntar de onde vêm os animais e as flores. Ele vê o Sol brilhando no céu e entende que o Sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede. Agora, o feliz habitante das cavernas pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acabara de conquistar. Mas as outras pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna não lhe saem da cabeça. E por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, ele tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de trêmulas imitações da realidade. Mas ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que vêem é tudo o que existe. Por fim, acabam matando-o. O que Platão nos mostra com esta alegoria da caverna é o caminho que o filósofo percorre das noções imprecisas para as idéias reais que estão por trás dos fenômenos da natureza. Na certa Platão também estava pensando em Sócrates, que tinha sido morto pelos "habitantes da caverna" por ter colocado em dúvida as noções a que eles estavam habituados e por querer lhes mostrar o caminho do verdadeiro conhecimento. Desta forma, a alegoria da caverna é uma imagem da coragem e da responsabilidade pedagógica do filósofo. Platão defende o ponto de vista de que a relação entre as trevas da caverna e a natureza fora dela corresponde à relação entre as formas da natureza e o mundo das idéias. Ele não acha a natureza em si sombria e triste, mas acha sim que ela é sombria e triste em relação à clareza das idéias. A foto de uma bela jovem não é sombria e triste. Ao contrário. Só que não deixa de ser uma foto.
Tuesday, March 28, 2006
..:: Certeza ::..
Hoje pela manhã ao acordar, me senti imerso em uma única e próspera certeza: Estou livre. Livre, no mais perfeito dos significados que esta palavra consegue de fato, significar. Livre para seguir em frente, livre para acreditar que há algo novo e surpreende um passo à frente de onde estou. De uma vez por todas sem ter nada a temer, de uma vez por todas disposto a conhecer o meu destino em sua mais tenebrosa dúvida. Este passo enfim será dado. Ao meu lado me apoiando, está: "Chuck Noland", interpretado por Tom Hanks no filme "Náufrago". Sobretudo ele, como ninguém jamais conseguira, fortalece a idéia de que não devemos desistir sob hipótese alguma, mesmo quando tudo parece nublado aos nossos olhos. Pois, lembrem-se: "Amanhã é dia de continuar respirando porque nunca se sabe o que a maré irá trazer".

O amor deu os seus últimos suspiros. Como um soldado mutilado que ao tentar desesperadamente arrastar-se para longe do perigo, de súbito, é surpreendido com um tiro em seu coração. Ele não mais levanta, não mais consegue respirar, então aceita a sua condição e decide agonizar para pôr fim ao seu sofrimento, morrendo poucos segundos depois, deixando para trás toda a sua dor. Sem despedidas, sem honras, sem nada que não a lembrança do que um dia fora. Sobretudo a lembrança que estará eternamente guardada em meus mais intrínsecos universos pessoais, em um castelo onde eu sou o único Rei, e este lugar, só meu, é onde o meu coração estará protegido, até o fim dos seus dias.
Sem mais nem menos para o momento;
Robson Barreto
"
Retirado integralmente do blog de uma pessoa fantastica.
Dispensa alterações e comentarios.
Obrigado Robson.
Saturday, March 25, 2006
Engenheiros do Hawaii
Composição: Humberto Gessinger
Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação,
Beijos sem paixão, crimes sem castigo, aperto de mãos
Apenas bons amigos...
Pra ser sincero eu não espero que você minta
Não se sinta capaz de enganar
Quem não engana a si mesmo
Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito,
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos
Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação
Beijos sem paixão, crimes sem castigo,
Aperto de mãos, apenas bons amigos...
Pra ser sincero não espero que você me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma ao diabo
Um dia desses, num desses encontros casuais
Talvez a gente se encontre,
Talvez a gente encontre explicação
Um dia desses num desses encontros casuais
Talvez eu diga, minha amiga,
Pra ser sincero... prazer em vê-la
Até mais...
Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos.
RE: Definição
Reconceber
Recriar,
Reconceber,
Redescobrir.
Reciprocidade; *(verbo conjugado no infinitivo)
Friday, March 24, 2006
Resiliência ...
Adaptado da Física atual.
Onde o Ter é mais importante que o Ser?
Mas não esquecer de ter alguém.
Pois ser, sem ter, é inconcebivel pelos moldes naturais.
Assim caminha a humanidade, com passos de formiga ... e sem vontade ...
Calo-me.
Happy days...
Antigamente vivia-se para ser feliz, em um emprego razoavel, que não tomasse mais tempo do que seu lazer e suas horas de descanso.
Atualmente vive-se para ter dinheiro, por que parece ser um senso comum há toda população que sem ele, não vivemos.
Mas como fazer para viver bem, sem ele?
A forma acelerada como caminha a humanidade parece ser o principal motivo para esta realidade ser tão evidente em um país como o Brasil. O Brasil é um caso aparte.
Um pais tão jovem, que não possui história própria, que corre atrás de sua suposta própria sombra, que assombra um povo sujeito ao colonialismo.
Where is the happy days?
Where is the love?
Eu me pergunto - Onde está o amor?

